RESENHA #233: REFLEXO NO ESPELHO

A resenha de Entrevista com o vampiro, de Anne Rice, foi feita em parceria com a editora Rocco para o Lendo Literatura Clássica.

RESENHA #70: OS DOIS LADOS DA MOEDA

[PARCERIA LEITURA] O fato de mal lermos histórias ambientadas no Velho Oeste, significa que esperemos mais do que realmente teríamos.

RESENHA #39: SEMPRE HÁ ESPAÇO PARA O AMOR

Fechadas as páginas deste livro, eu não sei bem o que pensar. A Sereia não era nada do que eu estava esperando. Não é um elogio, nem uma censura.

RESENHA #114: O PODER DAS MULHERES

O tempo não matou o mito. Em 2015, Anne Fortier presenteou-nos com uma história que, intercalando passado e presente, aborda criativa e cuidadosamente.

RESENHA #212: SIMPLESMENTE SE ACEITE

Fat chance: a vez de Charlie Vega foi escrito por Crystal Maldonado e foi cedido em parceria pela editora Gutenberg para essa resenha.

RESENHA #223: PALAVRAS EM MOVIMENTO

Dicionário das Palavras Perdidas foi escrito por Pip Williams e foi cedido em parceria pela editora Gutenberg para essa resenha.

RESENHA #222: SEMIAUTOBIOGRAFIA

O livro da resenha foi Mulherzinhas, de Louisa May Alcott. Cedido pela Zahar em parceria para o Lendo Literatura Clássica.

RESENHA #35: DOMÍNIOS DO CAVALHEIRO

[PARCERIA LEITURA] "Um Cavalheiro em Moscou", embora mostre em parte essa aristocracia cavalheiresca bem característica e presente durante todo o enredo...

RESENHA #42: UMA CASA É SÓ UMA CASA?

Quando uma casa não é só uma casa? Quando ela está no fundo de um lago. Como isso seria possível? É isso que Malerman nos mostra em seu novo livro.

RESENHA #221: RELAÇÕES PERIGOSAS

A resenha de Um brinde de cianureto, da Rainha do Crime, foi feita para o nosso clube e projeto Lendo Agatha Christie.

RESENHA #224: EM BUSCA DO DESTINO

O livro resenhado foi A Fabulosa Casa com Penas, de Sophie Anderson e ele foi cedido pela Darkside em parceria.

RESENHA #65: TABULEIRO DE XADREZ

Ontem, ao me deparar com a história de Rafaela e Bernardo, eu só consegui pensar em xadrez. Eu podia apontar mais de uma razão, mas a principal delas é porque tudo é preto no branco.